quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Pós-jogo: Kashiwa Reysol 1 x 3 Santos

Olá peixinhos,
   pois é, que venha o Barcelona (ou Al Saad)! Classificação suada, mas foi um excelente jogo para quem gosta de futebol. Muitas chances para os dois lados e, só bolas na trave, tiveram 3. Não jogamos tão bem assim, na verdade foi o Kashiwa que teve maior posse de bola em todo o jogo: média de 52%. Será um aviso para a final? Mas, como todos sabem, no dia que o Santos não joga bem no coletivo, o individual resolve. Hoje não foi diferente.
   Começamos indo para o ataque, aproveitando a ansiedade da equipe japonesa por enfrentar Neymar, Ganso e etc. Toda vez que o menino-gênio pegava na bola tentava uma jogada de efeito pra cima de seus marcadores. Acho que foi para tentar ganhar a simpatia da torcida local. Deu certo. Até os torcedores rivais estavam aplaudindo suas jogadas mágicas.
   Assustamos eles logo com 6 minutos jogados. Lançamento na área, o zagueiro chutou a bola na própria mão e ela sobrou para Neymar, que deu um toquinho de leve, mas a gorducha carimbou a trave. Aos 18, Ele de novo. Dessa vez, certeiro. Passe de Ganso - o melhor em campo -  fingiu chute, deixou o japonês no chão e de esquerda colocou no ângulo oposto de Sugeno. Um gol com a grife de Neymar. É para poucos. Borges aproveitou a desorganização do time de Nelsinho depois do primeiro gol e ampliou chutando da meia-lua.
   O Kashiwa teve que sair para o jogo, mas a marcação santista tava encaixadinha e o primeiro tempo terminou assim mesmo. 2 x 0.
   A segunda metade começou do mesmo jeito que começou a primeira: Santos em cima e tentando o gol. Parávamos sempre no baixinho goleiro Sugeno. Quando estávamos melhor e esboçávamos o terceiro gol para fechar o caixão, Sakai diminuiu de cabeça. Um baque no time inteiro! O time da casa - a pesar do Toyota Stadium estar dividido meio-a-meio com santistas - tentou ser mais vertical ainda e conseguiu descobrir uma avenida lenta pela direita chamada Durval 6th Avenue. O excelente e rápido lateral-direito Sakai aproveitou essa abertura e fez o que quis naquele setor. Todas as jogadas eram com ele. A defesa santista falhava MUITO na saída e cobertura. Quase complica de vez o jogo.
   Ainda assim, o empate parecia inevitável, até que surgiu uma falta perto da área. Danilo - o iluminado - cobrou com perfeição e tranquilizou o Peixe. Eles até que tentavam (ajudados pelos defensores alvinegros), mas esbarravam na noite ruim dos brasileiros e na péssima pontaria de seus atacantes: bola na trave e gols inacreditáveis perdidos.
Fonte: Futirinhas
   Voltamos a ser melhor depois da entrada de Ibson, que até acertou o travessão, prendemos um pouco mais a bola no ataque com o ''termômetro'' de Paulo Henrique, mas ficou por isso. 3 x 1 e final garantida. Tudo isso filmado por um ''espião'' do time espanhol que foi ao estádio. Pelo menos passou a ansiedade da estréia. Agora é descansar, assistir o jogo do Barça e se preparar para a batalha do século (isso se ela ocorrer).

                                          Da-lhe Santos, meu amor!

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